Palestras educativas e atendimentos médicos
Atendimentos médicos e palestras voltados a conscientização do câncer da mama. Em parceria com a CUFA e Saúde Campinas.
Promovendo dignidade, acolhimento e justiça para todas aquelas que vemos, mas não enxergamos. Porque nenhuma mulher deve ser invisível.
Kits entregues
Anos de atuação
Ações realizadas
O Mulheres Invisíveis nasceu do inconformismo diante de uma realidade silenciosa: milhares de mulheres vivem a menstruação sem acesso a itens básicos de higiene, água ou privacidade. Fundado em setembro de 2019, o projeto atua no enfrentamento da pobreza menstrual e das desigualdades que atingem mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Em mais de 6 anos de atuação contínua, já foram realizadas mais de 100 ações solidárias, levando absorventes, itens de higiene e cuidado para mulheres em situação de rua e moradoras de periferias. Cada ação é um passo concreto na defesa da dignidade menstrual como um direito básico.
Mas nosso trabalho vai além da entrega de kits. Promovemos rodas de conversa, palestras sobre violência de gênero, desigualdade social e direitos, criando espaços de escuta e acolhimento. Em parceria com coletivos e profissionais, também levamos orientação e, em algumas ações, atendimento médico.
O Mulheres Invisíveis acredita que nenhuma mulher deve ser deixada à margem. Trabalhamos para transformar realidades, fortalecer vínculos e garantir que o cuidado seja acessível a todas.
No Brasil, diversas mulheres e meninas são afetadas pela pobreza menstrual, e ao menos 713 mil vivem em casas sem banheiro ou chuveiro, o que dificulta o cuidado básico durante o período menstrual.
Resulta da falta de renda, serviços e proteção. Menstruar ocorre sem absorventes, água ou privacidade. A desigualdade se repete mês após mês.
Falta de renda, moradia e proteção social torna a vida instável. Absorventes deixam de ser prioridade diante de necessidades básicas. Isso empurra mulheres em extrema pobreza para improvisos e riscos de saúde.
Quando políticas não chegam a todas, o cuidado menstrual falha. Preservativos sempre foram mais distribuídos que absorventes. Essa lacuna amplia a desigualdade menstrual.
A desigualdade de gênero aumenta a exposição e o controle sobre mulheres. Quem tem menos proteção social sofre mais vulnerabilidade.
A pobreza menstrual no Brasil atinge principalmente mulheres e meninas de baixa renda, mostrando como a desigualdade social limita o acesso a absorventes, saneamento e locais adequados para higiene. Relatório do UNICEF e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) aponta que 713 mil meninas vivem sem banheiro ou chuveiro em casa e milhões estudam em escolas sem condições mínimas de higiene menstrual, realidade concentrada nas periferias e áreas rurais. Dados do IBGE mostram que a falta de saneamento atinge mais intensamente as populações pobres, ampliando riscos à saúde e à permanência escolar. A Organização das Nações Unidas reconhece o tema como questão de direitos humanos, que exige políticas públicas voltadas às mulheres em maior vulnerabilidade.
Existem várias formas de contribuir com o projeto Mulheres Invisíveis. Cada gesto de solidariedade nos ajuda a transformar mais vidas.
Dedique seu tempo e habilidades para transformar vidas.
Saiba maisFaça uma doação direta para ajudar mulheres em vulnerabilidade.
Saiba maisSeja um patrocinador ou parceiro nas próximas ações.
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Saiba maisQualquer valor ajuda. Sua doação vai diretamente para mulheres que precisam.
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mulheresinvisiveis.mi@gmail.com